Crítica: O Rei do Show

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Respeitável público! É com o imenso prazer que iremos apresentar a vocês um show com o poder de encantar os olhos e também o coração. Nesta noite, os convidamos a vir assistir ao maior espetáculo da Terra sob o comando do Mr. P.T. Barnum. Sem mais delongas, hora de ver o impossível se tornar realidade bem na frente dos seus olhos.

As apresentações começaram no dia 25 de dezembro; a duração da temporada irá depender, apenas, da procura por ele. Por este motivo, caso queira vê-lo em um local que emana a mesma magia - cinema - é necessário garantir o seu ingresso o quanto antes.

A humanidade sempre teve o fascínio pelo exótico, ainda que não admitissem publicamente tê-la. E se houve uma pessoa que soube explorar isso em nome do entretenimento foi P.T. Barnum - conhecido como O Maior Showman de sua época.


Em O Rei do Show somos convidados a conhecer mais sobre a vida e a obra desta figura que foi amada por uns e odiadas por outros, mais conhecido por influenciar na forma de marketing - até hoje utilizadas - e também ser criador do circo moderno. 

A direção fica por conta do estreante Michael Gracey e também marca o retorno de Hugh Jackman - após anos como Wolverine/Logan - aos musicais. O filme não é apenas para mostrar quem ele foi, mas também é uma ode a humanidade através da diversidade e características únicas daqueles que fizeram parte do espetáculo de Freaks.

O elenco ainda conta com nomes conhecido como Michelle Williams no papel de Charity Barnum, Zac Efron - Phillip Carlyle, Zendaya - Anne Wheeler e Rebecca Ferguson - Jenny Lind (vale um destaque a Loren Allred - Jenny Lind (voz)).


A trilha sonora foi criada exclusivamente para o filme e é de responsabilidade do Benj Pasek & Justin Paul - conhecidos pelo seu trabalho em La La Land. O uso da música é bastante marcante pois define uma passagem de tempo ou momento mais marcante dentro da história; ao final do filme é capaz que saia cantando: This is Me. A trilha sonora está disponível no Spotify: Ouvir


Este é um musical indicado para todos aqueles que já acompanham e curtem o gênero, mas também é indicado aqueles que querem começar. A direção consegue nos levar para dentro da história além de fazer refletir nossas atitudes quanto a vida e o que fazemos para termos o reconhecimento - financeiro ou não.

O excelente trabalho rendeu duas indicações ao Globo de Ouro, uma para o filme em si: Melhor Filme Cômico ou Musical; quanto ao Hugh Jackman como Melhor Ator em Comédia ou Musical.
Se você ainda está em dúvida se vale a pena ir, confira o trailer: 


Não há nada mais justo do que encerrar com uma frase do próprio P.T. Barnum:

"A mais nobre arte é a de fazer os outros felizes”






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