Crítica: Jogador Número 1

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A humanidade sempre buscou maneiras de fugir da realidade que a cerca, por inúmeros motivos e nem que fosse por um curto período de tempo apenas. Os videogames, quando surgiram, acabaram por se tornar o meio mais fácil e rápido de permitir isso. Com tudo, a tecnologia  - ao longo dos anos - evoluiu a ponto de permitir uma imersão completa em um novo mundo; a pergunta mais importante é: Está pronto para pressionar o Start? Então a partir do dia 29 de março, está convidado para se juntar a OASIS para tentar se tornar o Jogador Nº 1.

No ano de 2045, a humanidade está a beira do caos e do colapso completo. O melhor refúgio da atual situação é o imenso universo virtual chamado OASIS - obra do genial e excêntrico James Halliday. Infelizmente, seu criador vem a óbito; e é revelado que ele deixou escondido dentro desse universo um desafio composto de três partes que permitirá o vencedor acesso a sua fortuna e ser o dono de sua criação.


Vencer esse desafio não será fácil, pois ninguém, após cinco anos, conseguiu nenhuma pista se quer, além de ter que enfrentar a IOI (Innovative Online Industries) do inescrupuloso magnata corporativo Nolan Sorrento que tem planos, financeiros, bastantes ambiciosos. Wade Watts - conhecido como Parzival - acaba por se ver envolvido nessa caçada e terá que evitar que o controle caia em mãos erradas com a ajuda dos seus amigos virtuais .


A obra cinematográfica é uma excelente adaptação do livro homônimo de Ernest Cline - responsável também pelo roteiro - dirigida pelo genial Steven Spielberg. Uma verdadeira ode à cultura pop dos anos 80, 90 e 2000 (Apelar para a nostalgia é golpe baixo...). A história, a princípio, pode parecer um tanto quanto rasa porém é bem estruturada e conduzida de forma primorosa (por duas horas e vinte minutos) a ponto do público se envolver, seja por conta de ver algum personagem conhecido ou querer adivinhar junto alguma dica encontrada. Também aborda temas que são recorrentes, como a discriminação por poder aquisitivo; a dificuldade de se relacionar (fora do meio digital) com o outro e possíveis "fakes".

Este é um filme para dois tipos de públicos específicos: 1º - Nerds & Geeks; pois aborda toda a cultura presente neste meio, além de trazer não apenas referências visuais como também na fala...; 2º - Público em geral, por ser mais um excelente filme do diretor já consagrado por ET, Gremilins, De Volta para o Futuro, entre outros; é uma aventura que irá encantar a nova geração também. 

A experiência da Cabine de Imprensa foi realizada em uma Sala XD e em 3D; então é recomendável, que vejam na maior tela que for possível - para uma melhor percepção de detalhes e o 3D, para este filme, vale a pena. Então corra para ter esse experiência nos cinemas, pois merece.

Avaliação: Excelente 

 Acho que estamos perto do Game Over, então vou deixar o trailer aqui embaixo.

 

Não se esqueçam da regra universal dos consoles: Morreu, passa o controle!

Continue?
10...



Um comentário:

  1. Ainda não fui assistir, mas obrigado pela critica, assim podemos avaliar se vale a pena 😊

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